sábado, 12 de janeiro de 2013
Cecília Meireles escreveu em um dos seus poemas:
“Não sejas o de hoje. Não suspires por ontens... Não queiras ser o de amanhã. Faze-te sem limites no tempo. Vê a tua vida em todas as origens. Em todas as existências. Em todas as mortes. E sabe que serás assim para sempre. Não queiras marcar a tua passagem. Ela prossegue: é a passagem que se continua. É a tua eternidade... É a eternidade. És tu.”
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário